CASO EXPEDITO PEREIRA: defesa de Gean Carlos diz que possível crime injúria aconteceu na 1° audiência do caso e rebate: “Não se pratica justiça cometendo injustiça”

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A defesa de Gean Carlos, suspeito de participação no assassinato do ex-prefeito de Bayeux, Expedito Pereira, disse em nossa nesta sexta-feira (11) que a 1° audiência do caso Expedito Pereira foi marcada com possível crime injúria e falta de materialidade. De acordo com eles, a filha de Dr. Expedito teria cometido crime contra Gean. Em nota eles dizem que de todas as testemunhas ouvidas, mais da metade não conhece nem nunca ouviu falar em Gean Carlos.

VEJA NOTA:

Na ultima quinta-feira, teve inicio a audiência de instrução e julgamento referente ao caso do Dr. Expedito Pereira que foi assassinado no mês de dezembro de 2020 quando saia de sua residência no bairro de Manaíra, na capital. Foram ouvidas as testemunhas do Ministério Público, entre elas a viúva e duas das filhas da vítima.

No desenrolar das oitivas, restou claro que não há nenhuma materialidade em relação à Gean Carlos, como também não foram acostadas novas prova. Vale salientar que de todas as testemunhas ouvidas, mais da metade não conhece nem nunca ouviu falar em Gean Carlos. E as que de fato conheciam, afirmaram que o mesmo é uma pessoa bem quista, que nunca teve problemas com a justiça nem com a comunidade.

Quando ouvida uma das filhas da vítima, chegou a afirmar que “Gean é um bandido” e “quem anda com bandido também é bandido”, contudo, de pronto os advogados que patrocinam a defesa de Gean Carlos alertaram que a mesma estava injuriando o acusado e que poderia responder criminalmente por tal alegação. Os advogados do mesmo, Daniel Alisson e Mirella Cristina entendem e respeitam a dor e o sofrimento da família mas, salientam que não se pratica justiça cometendo injustiça.

A continuação da audiência foi remarcada para o dia 29 deste mês, tendo em vista que o promotor de justiça faz questão na oitiva da ex-companheira de Gean Carlos que não foi ouvida na primeira audiência em virtude do avançado da hora.

RELEMBRE

No dia 9 de dezembro de 2020, Expedito Pereira foi executado enquanto caminhava sozinho em uma avenida do bairro Manaíra, em João Pessoa. Um homem pilotando uma moto se aproximou da vítima e efetuou os disparos. Expedito morreu no local do crime.

O sobrinho de Expedito, José Ricardo, é apontado como mandante, e Leon Nascimento dos Santos é investigado como executor do crime. Após acordo de delação premiada, Leon confirmou que executou Expedito a mando de Ricardo Pereira.

O terceiro envolvido no caso, é Gean Carlos da Silva Nascimento, que segundo testemunhas teria intermediado a negociação entre Leon e Ricardo.

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